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Universo Competitivo – Glórias e Vitórias

07/04/2018

CompetitividadeCompetidoresHá algum tempo, em termos demográficos, a população humana rompera a barreira dos sete bilhões de habitantes. Em números aproximados, estima-se que a população global, atualmente, seja em torno de 7,6 bilhões de indivíduos irregularmente distribuídos pelos continentes na Terra. Porém, infelizmente, esta expansão demográfica, maciçamente expressiva, não é nenhum "marco" positivo a ser comemorado, pelo contrário, é um fator gerador de grande preocupação, posto que, quanto mais a população mundial se expandir geograficamente, dilatando-se a densidade populacional dos centros urbanos, a tendência óbvia é a elevação degradante dos índices de violência e criminalidade, conflito territorial, depreciação per capita, escassez de recursos naturais, desemprego e consequente competitividade no mercado de trabalho, "revés", este, que será o tema discursivo desta dissertação: a competitividade universal de padrões e suficiências individuais.

Nesta era contemporânea, de desequilíbrio no controle de natalidade, deficiências de instrução e escolaridade, e baixa oferta de vagas no mercado de trabalho, infelizmente o mundo passou a "girar" numa atmosfera socioeconômica de frenética competição global, onde somente os mais fortes e preparados se sobressaem nessa "arena" universal de competitividade néscia e obtusa [segundo a minha visão]. E nessa competição individualizada, em que "o outro" figura como adversário ou concorrente beligerante a ser vencido, os princípios de moralidade, decência e ética tornam-se conceitos meramente rebuçados e artificiais.

Teoricamente, é importante ressaltar que essas "disputas" conceptualísticas, de atributos e padrões, não se restringem apenas à ascendência profissional, abrangem também os mais variados seguimentos de competitividade individual: recorde superlativo, premiação, título, poder, admirador ou seguidor, ascensão social ou monetária, acasalação etc. E esse "instinto competitivo" não é uma característica única e exclusiva da espécie humana, este também se mostra presente, em evidente manifestação, na biodiversidade animal, a exemplo referencial dos rituais de conquista das aves ou pássaros no ciclo periódico de acasalamento.

Esse instinto evolucional de competição, observado também no "mundo animal", é um retrato fiel da predominância de competitividade entre os seres vivos no ventre da Terra, e, teoricamente, a manifestação desse comportamento nas espécies humana e animal é um processo evolutivo do instinto primitivo de "autopreservação" [existencial/individual], em desenvolvimento consequencial ante a expansividade ou "dilatação" populacional das espécies de vida existentes no planeta. Frisa-se, em particular, que esse "duelo" de rivalidade e competição, nos ímpetos e anseios de conquistas e ascendências pessoais, se revela mais acentuado, em pragmatismo, entre os indivíduos da espécie humana, que nos outros seguimentos da biodiversidade animal, remetendo-se invariavelmente a níveis conflitantes de degradação da civilização, da identidade, da essência e do espírito humanos; convergindo, em rota, a um cataclismo de "autodestruição" da civilização humana. Tudo aquilo que é demasiadamente redundante ou excessivo, inexoravelmente, torna-se vulgar, banal ou desprestigiado. Em propagação populacional humana, gera-se competição de "potencialidade", ou seja, a necessidade social de distinção e singularidade sobre os pares.

Para onde focamos o nosso olhar, enxergamos competição: nos exames vestibulares, nos concursos públicos, nos estádios de futebol, nas indústrias, no comércio, nos programas televisivos, nas propagandas publicitárias, na política, nas potências bélicas etc. todos com o mesmo objetivo em comum, exaltar singularidade, potencialidade ou aptidão; que detém maior conhecimento, que possui habilidades e destreza, que produz melhor, que vende mais, que alcança maior audiência, que dispõe da mais poderosa bomba, que salta mais longe, que é mais veloz, que escala mais alto, que canta melhor e por aí vai… Essa relação de competitividade de categoria ou gênero alcança larga abrangência no conceito próprio de vida existencial [motivação que dá entusiasmo], vez que, tudo aquilo que dá sentido à vida em sua existência, gira em torno dessa demonstração universal de potencialidades, força e poder.

Porém, esse "senso digladiar" de competitividade sistêmica do ser humano – em emulação universal de rivalidade e concorrência, profundamente enraizado na idealização pessoal de conquista, poder ou ascensão a qualquer custo, ante a constituição dos próprios projetos, objetivos, metas ou aspirações –, corrompe a essência dos vínculos, princípios e valores "socioafetivos" das pessoas no âmago de coletividade da sociedade global, individualizando-as e transformando-as em verdadeiros "gladiadores" implacáveis, no almejo individual ardente pela glória e vitória, sempre entrevendo "o outro" como adversário ou rival a vencer. Em especificidade, muito me suscetibiliza, preocupantemente, a propagação vesana, difundida pelo conceito mascarado de "espírito esportivo", dos jogos e competições ensinados e/ou estimulados às crianças nas escolas ou instituições de ensino pelo mundo, despertando nelas o instinto latente de rivalidade e competição individuais que a própria sociedade, veladamente, impõe nas interações sociais e profissionais cotidianas. Portanto, faz-se necessária uma profunda e serena reflexão no que tange à competição esportiva doutrinada às crianças e adolescentes em fase de desenvolvimento constitucional de suas personalidades individuais.

                                                                                           Edglewson F. Silva

Universo Competitivo – Glórias e Vitórias [Vídeo]

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Sociedade Caótica – Desordem, Indisciplina e Desarmonia

29/03/2018

Sociedade Caótica

Na profundeza de minha sensibilidade, na elevação de meu espírito, passei a perceber que a ação manifesta da "ordem", ou seja, a disposição adequada e sistemática das coisas, em seu processo de curso e execução, é o resultado de um conjunto de fatores regidos, em absoluta harmonia, pela predominância estrita da "disciplina", propiciando, circunstancialmente, um cenário-ambiente pragmático e estável.

A harmonia ou ordem das coisas, em sua perfectividade de manifestação, seja na ambitude da sociologia, biologia, fisiologia ou astronomia, é uma colateralidade de exatidão ou, simplesmente, ausência de falhas. Especificamente, nos âmbitos da sociologia e biologia, ante aos fenômenos comportamentais de sociabilidade e interação de grupos ou colônias, abordar-se-á, paradoxalmente, o "contrassenso" de organização social entre as espécies humana e "formicidae".

Racionalidade e inteligência, segundo a ciência e a psicologia, são conceitos inerentes e de exclusividade da espécie humana, dadas as peculiaridades de evolução cognitiva e aprendizagem, no desenvolvimento funcional do cérebro humano. Porém, essas propriedades específicas, em disposição, não estão atreladas naturalmente aos contextos de disciplina e organização na interação social da raça humana. Então, pergunta-se: a ordem ou disciplina é uma resultância consequencial da racionalidade, ou é uma disposição comportamental naturalmente instintiva?

A resposta se mostra cintilante na dinâmica de socialidade das abelhas, cupins ou formigas, que remonta exemplarmente um cenário de interação social avançada de altíssimo nível organizacional. Escolho como pauta de argumento esta última denominação, a das formigas, que muito impressiona por sua maestria laboral. Vamos tentar entender essa composição "sócio-colonial" de extrema disciplina e organização, na dinâmica social dessa colônia de organismos "não racionais", mas que é um belíssimo exemplo de "sociedade" em convívio coletivo.

Preliminarmente, faz-se observar, em ordem de analogia, que trata-se de um sistema de sociedade "monarquista", em que a colônia [ou formigueiro] é "governada" por um único "governante soberano", neste caso, "soberana", por se tratar da formiga-rainha. Nesse extraordinário modelo de sociedade, onde todos deferem obediência e acatamento às instruções de comando do "líder governante", a harmonia de interação social e a execução proficiente de trabalho são atributos que se destacam por excelência e perfeição.

A "complexidade" da dinâmica de sociedade humana pode ser comparada às colônias de formigas, abelhas ou cupins, tais quais conhecemos no âmbito biológico do seio da Natureza, mas apenas em densidade numérica como população gregária. A espécie humana, congenitamente, é desordeira por natureza. Se as leis vigentes, que regulam e norteiam o comportamento ou a atitude interativa social do ser humano, fossem extintas, certamente, o caos e a desordem predominariam no mundo, incontrolavelmente. Tem-se como trivial exemplo, da indisciplina e desorganização humanas, a forma desordenada de locomoção das pessoas em multidão.

No "reino" da biodiversidade, muito impressiona a disposição ordenada de locomoção das formigas, uma verdadeira lição de disciplina e harmonia na interação sistemática de coletividade social, mesmo em se tratando de organismos "não racionais". Paradoxalmente, a espécie humana se locomove aos "trancos e barrancos", e isso fica evidentemente claro nas ruas e calçadas dos grandes centros urbanos, onde a habilidade e destreza para desviar-se dos outros farão toda a diferença quanto ao tempo de chegada ao destino desejado.

A humanidade tem muito o que aprender com a biodiversidade do "mundo animal", posto que – apesar de esses organismos ou "seres", segundo o entendimento e conclusão subjetivos de nossa própria espécie, não possuírem pensamento cognitivo, racionalidade ou razão –, os modos habituais de vida desse seguimento são regidos, instintivamente, pela opulência da inteligência e sabedoria da Soberana Natureza. E mesmo desprovida de "racionalidade", como o próprio homem atribui, essa biodiversidade de vida, ou seja, os organismos ou animais brutos, não pratica maldade ou cometimento de ilicitude, diferentemente da espécie humana, que, se autodenominando racional e inteligente, se revela incorrigivelmente desordeira e malévola.

                                                                                            Edglewson F. Silva

Sociedade Caótica - Video

A verdadeira concepção de Estado como governo fraterno, justo e visionário

23/03/2018

Coroa-WordPressA decadência do Estado governamentalista, nos tempos modernos e atuais, se dá pelo fato de os governantes convencionais não possuírem visão "político-idealista", acerca da verdadeira acepção de Estado organizado, gestor e provedor, na concepção de governo fraterno, justo, ético e visionário, em prol da segurança, bem-estar e proteção de seus "governados", ou seja, o POVO.

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O Estado, para melhor atender às necessidades, às demandas e aspirações da sociedade e seus cidadãos, deve atuar, em analogia, como um provedor patriarcal ou chefe de família, dispensando incondicional e igualitariamente aos seus cidadãos ou "governados" preocupação, zelo, dedicação, proteção e segurança, em um rijo ideal de justiça e igualdade, assim como um zeloso e bom pai confere esses atributos aos seus filhos, tratando-os rigorosamente de formas igualitária e justa, atendendo às suas necessidades básicas e fundamentais, como saúde, educação, lazer, alimentação, moradia, segurança, etc.; também sendo rígido e disciplinador quando necessário. Mas por que, em tese, isso não acontece, efetivamente, nos dias de hoje? O que há de errado na metodologia de governança articulada pelos políticos governantes contemporâneos atuais? A resposta é conclusivamente simples e lógica: o que esperar de políticos sem ideologia formada, sem visão ideária e ambição de prosperidade sócio-coletiva, e, o que é pior, "deficientes crônicos" de lisura, retidão, ética, comprometimento social e, do mais importante, a fundamental e indispensável HONESTIDADE de gestão "político-executiva"?!

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Diferentemente dos impérios de governança da antiguidade – onde a gestão e a liderança políticas, mesmo monocraticamente desempenhadas por um único governante soberano e totalitário –, o sistema político-governamental destes "novos tempos" de modernidade, tecnologia e evolução sociais está gravemente enfermo e debilitado, sendo consumido por um agressivo e mortal "câncer maligno", a CORRUPÇÃO sistemática generalizada. Se não for desenvolvido, urgentemente, um "remédio" de contramedida e neutralização efetivamente eficaz para a supressão imediata da evolução progressiva desse "cancro" nocivo e deletério, a sociedade como um todo irá sucumbir-se à estagnação do desenvolvimento, "demo-social", dos fatores básicos e essenciais de prestação de serviços estatais compulsórios, como saúde e educação de qualidade, investimento público habitacional, geração de empregos e outros serviços sociais fundamentais, de direito, do cidadão.

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A soberania maior de um governo politicamente constituído – como gestor executivo no gerenciamento, controle e aplicação dos impostos e arrecadações públicos, na prestação de benefícios e assistências coletivos à sociedade –, não é o "punho forte" do Estado, mas sim "o poder" de observação, fiscalização e manifestação do povo, da sociedade organizada que formou e compôs esse governo representativo. O Estado não possui força ou poder para privar ou "destituir" o povo de seus ideais políticos, ante a um descontentamento pluralizado; porém, o povo, em sua união coletiva harmonizada, detém a força e o poder necessários para destituir o Estado, sumariamente, de sua soberania de governança político-executiva. O povo, em sua coletividade ideária, se faz, representativamente, um "Estado" absoluto e soberano.

                                                                                            Edglewson F. Silva

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Video - Estado Soberano

 

Mazelas da Humanidade

19/03/2018

Violência Humana

Na filosofia brutal da vida humana, no conceito coletivo de sociedade demográfica, é chocante imaginar – frente a realidade factual dos acontecimentos provocados pela ação do homem em sua crueldade congênita e inata, ante a manifestação usual de seu livre arbítrio, no compasso instantâneo em sincronia com o esmero movimento de rotação da Terra –, que neste exato momento, em quase todas as localidades geográficas deste esplêndido e magnífico planeta, acontecem sucessivas práticas de ações hediondas, perniciosas, horrendas e selvagens, tais como: conflitos territoriais [étnicos e sociais], atentado letal à vida [homicídio e feminicídio], violências sexuais diversas, roubo, furto, latrocínio, corrupção, estelionato, sequestro e outros “cancros” mazelais provenientes da civilização humana. Enquanto a Terra gira, o caos e a desordem “reinam” no mundo; um contraste paradoxal com a magnificência do Universo Cósmico.

O ser humano, em sua natureza discricionária de liberdade e autodecisão, é como uma locomotiva, que precisa ser firmemente ligada a uma linha férrea ou trilhos. Os trilhos, que podem ser denominados figurativamente como a ordem e a disciplina, precisam estar constantemente em manutenção, tendo os seus pontos de fixação cuidadosamente apertados, para evitar um possível e eventual descarrilamento, que pode ocorrer em consequência da trepidação provocada pela composição, que neste caso representa, em sua essência e figuração, a rebeldia e indisciplina humanas. Uma vez controlados a trepidação e o afrouxamento dos trilhos, a composição, representando a massa ou a sociedade, passa a se deslocar em perfeita harmonia sobre os trilhos e dormentes, estabelecendo-se, assim, em consonância de fatores, a segurança, a disciplina, a ordem e a paz sociais.

                                                                                       Edglewson F. Silva

Terra

Canal YouTube – Edglewson

19/03/2018

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Valorize a sua Liberdade de Expressão, ela é um direito e uma conquista absolutos 

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03/09/2017

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O Livro da Vida

30/01/2016

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