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A Desconfiança e a Sobrevivência

09/06/2013

O Ciclo da Vida

Sistema Igualitarista – As 13 Diretrizes Fundamentais

19/03/2013

 

 

Os “Demônios” do Paraíso

14/12/2012

Natureza

Você, com certeza, em algum momento de sua vida, já ouviu pelo menos uma citação apotegma como: “O mundo é cruel”, “O mundo é injusto”, “O mundo é perigoso” ou “O mundo está se tornando um inferno”. Mas será mesmo que o culpado por esses “males supliciosos” é realmente o MUNDO? Este, o mundo, seria o verdadeiro “demônio” ou o próprio “inferno”? Não, o problema não está no mundo, mas sim em seus ocupantes, nas pessoas que o reside, na humanidade como raça perversa, cruel, destruidora e dominante. Se suprimir a raça humana da face da Terra, deixando apenas os animais selvagens, os insetos e os demais elementos de criação e existência concebidos pela Natureza, o MUNDO se torna um esplêndido PARAÍSO, tal como é e sempre foi; nós, “demônios”, somos quem transformamo-lo em “inferno” e tribulação.

O ser humano é como uma locomotiva, que precisa ser ligada a uma linha férrea ou trilhos. Os trilhos, que podem ser denominados como a ordem e a disciplina, precisam estar constantemente em manutenção, tendo os seus pontos de fixação cuidadosamente apertados, para evitar um possível descarrilamento, que pode ocorrer devido à trepidação provocada pela composição, que nesse caso representa, em sua essência, a rebeldia e a indisciplina humanas. Uma vez controlada essa trepidação e o afrouxamento dos trilhos, a composição, representando a massa ou a sociedade, passa a se deslocar em perfeita harmonia sobre os trilhos e dormentes, estabelecendo-se assim a segurança, a disciplina, a ordem e a paz.

 

<Edglewson> (paranoico, filósofo e pensador).

A “Incubação” da Maldade Sádica e as suas Formas de Manifestação

13/11/2012

Maldade Sádica

Anos a fio, obstinadamente, venho tentando encontrar uma “equação mágica” que possa extirpar ou neutralizar a maldade sádica do Ser Humano, a fim de tornar o mundo mais seguro e harmonioso para todos. Isso, realisticamente, seria possível? Ou não passa de um devaneio, ou uma aspiração delirante, em confronto com a realidade? Com base em meus estudos sobre a mente humana, vejo soluções verossímeis que poderiam ir de encontro ao propósito almejado, satisfatoriamente. Mas, antes, vamos entender melhor a acepção etiológica da maldade sádica humana, e suas formas de manifestação e emprego.

Existem duas formas distintas de maldade sádica: A explícita trivial, praticada pelos criminosos ou delinquentes convencionais; e a velada com dissimulação, geralmente praticada por indivíduos instruídos e cultos. Em abordagem a esta última, dada a distinta peculiaridade, os estragos e consequências causados às vítimas não são menores que às da maldade sádica “explícita trivial”, e normalmente tais praticantes, na maioria das vezes, são “beneficiados” pelos vícios costumeiros da impunidade, visto que suas práticas de maldade e perversão, em razão do nível de inteligência, são infligidas de maneira a não dar margem a qualquer lastro probatório…, a exemplo da sentença desfavorável ou condenatória, proferida por um juiz, simplesmente, por não ter contemplado com “bons olhos” uma das partes litigantes, no processo litigioso, seja por presença invejável de predicados, identificados pelo magistrado na parte depreciada, ou manifestação excessiva de arrogância e orgulho, poder demasiado, influência, intelectualidade expressiva, condição financeira a nível exorbitante, beleza sublime, etc., identificados também na parte em depreciação; ou negligência e descaso intencionais e maliciosos, manifestados em defesa judiciária por um advogado ou defensor público raquítico e tomado de ira em virtude de inúmeras cobranças de empenho e agilidade na condução do processo, reclamados pelo cliente; ou até mesmo a desforra de um médico, em rito clínico-hospitalar, priorizando indiscriminadamente, e sem critério algum, à frente de determinado paciente, o atendimento a indistintas afecções, tão somente porque tal paciente chamara à atenção desse profissional em razão da demora na prestação dos cuidados médicos à sua enfermidade.

Como se vê pelos exemplos elencados acima, a maldade sádica humana pode ser empregada de várias formas, e em diversas situações do cotidiano. E este “cancro” da deformidade do caráter humano, a maldade sádica congênita, causa dor e sofrimento padecentes às vítimas atingidas perversamente por seus “algozes”. Mas como extirpar esse “câncer maligno” sem causar a morte de seu portador? O método é simples, convencional e de fácil aplicação, porém, a cura não é de imediato, será gradual, e dependerá efetivamente da dosagem da “medicação” ministrada. Compreendamos o “método terapêutico”: A difusão repetitiva, ostensiva e ininterrupta de qualquer informação possui um “poderoso” poder de persuasão. Difundir repetidamente – em propagação contínua, pelos diversos meios de comunicação (rádio, televisão, jornal impresso, pronunciamento público-oficial, etc.) –, a doutrinação repreensiva “do não uso ou emprego da maldade contra o próximo” resulta na inibição ou supressão involuntária-incônscia dos ímpetos de propensão à prática de maldade sádica, no Ser Humano. Isto é fato! É só observar atentamente o comportamento das pessoas, influenciadas involuntariamente pelo “bombardeio ostensivo” de propagandas e publicidades promovidas pelas grandes empresas de mercado, quanto as suas preferências de marca e produto, como consumidores globais.

 

<Edglewson> (paranoico, filósofo e pensador).

A Maldade

A Grandiosidade da Natureza e suas Artimanhas de Manipulação da Vida

30/10/2012

Marionetes 1

Se pudéssemos classificar a Natureza, a criadora de tudo o que existe e conhecemos em nossas “frágeis e miseráveis vidas”, em uma denominação de propriedade “animal-biológica”, esta seria com toda certeza a “criatura” mais maquiavélica, arguciosa e astuta de todo o Universo existencial, uma brilhante e extraordinária “manipuladora do comportamento” da biodiversidade, no bom sentido, é claro, para a preservação, multiplicação e continuidade da vida no planeta. A Natureza, para mim, é uma das poucas coisas na complexidade da vida que instiga a minha admiração e fascínio, por isso, nutro um gigantesco respeito por ela.

Quando passamos a olhar com sensibilidade os mecanismos desenvolvidos pela magnificente Natureza para a preservação e continuidade da vida na Terra, não há como não se impressionar com a grandiosidade da dinâmica de manipulação pela qual somos involuntariamente regidos e controlados como fantoches ou marionetes. Se há “O Mestre” dos engenheiros, este título poderia ser conferido com toda propriedade à Natureza, pois não há “projeto de criação” mais genial e bem elaborado, com a finalidade de autopreservação, do que os “seres vivos”, projetado e concebido em um nível de perfeição magistral.

Para compreendermos melhor, e de forma mais translúcida possível, essa extraordinária “manifestação” desempenhada pela Natureza, e que não sabemos exatamente o que se trata, visto que a complexidade desse fenômeno está além da nossa capacidade de discernimento, e que apenas percebemos a sua existência, efeito e total influência na regência de nossas vidas, dissertarei dois exemplos práticos para refletirmos sobre nossa origem e propósito de concepção.

Por mais absurdo que pareça, depende do ponto de vista analítico, a Natureza é literalmente “paranoica” em sua manifestação e influência nas nossas vidas, pois são expressivamente visíveis as manifestações “sintomáticas” de medo, vigilância extrema, cuidado e precaução excessiva para com a vida na Terra, a sua grandiosa obra. Nada lhe causa mais temor do que a possibilidade, por mais ínfima que seja, de extinção completa da vida na Terra; e em face desse risco e medo “atormentadores”, ela, a sábia Natureza, tomou todas as precauções necessárias para a neutralização desse possível “apocalipse funesto”.

Você saberia responder o porquê de as práticas do sexo e da alimentação serem intensamente prazerosas e tentadoras para nós seres vivos? Estas sensações, comer e fazer sexo, poderiam ser prazeres triviais do cotidiano da vida – como caminhar, fazer as necessidades fisiológicas, respirar, ouvir, falar, etc., atividades praticadas naturalmente e sem desejo ardente de manifestação – mas não são; e por que será? Quantas vezes você ao efetuar uma ligação em seu celular se deu conta de que a bateria estava no fim, ou sequer conseguiu realizar tal chamada por não ter carga nenhuma na bateria, e com isso não sendo possível ligar o aparelho? Imagino que inúmeras vezes, não é mesmo? Ninguém gosta de alimentar bateria, porque não é uma prática prazerosa e agradável de se fazer, na verdade, torna-se um grande incômodo; e a sábia Natureza, antes de conceber a vida, já previa isso, entendendo que seria um risco fatal para a perpetuação da vida, não desenvolver um mecanismo eficaz para esse “perigo” iminente. Calma, você entenderá! O corpo ou a matéria de um ser vivo, de certa forma, não deixa de ser uma “bateria”, que necessita imprescindivelmente do armazenamento de energia para viver, se mover, etc.; e essa energia é obtida através do processamento dos alimentos que esse ser vivo faz consumo continuadamente. Imagine você, ao acordar pela manhã, e não ter forças para levantar o próprio corpo, simplesmente porque esqueceu ou não teve vontade de se alimentar nos dias anteriores, e com isso não produzindo e nem armazenando energia para essa mobilidade. Isso seria possível de acontecer se o ato de comer não fosse prazeroso, estimulante e tentador, certamente “desligaríamos” como um celular com bateria sem carga, e consequentemente morreríamos.

Mas a grandiosidade espetaculosa da “astúcia” e sagacidade da Natureza, no propósito de preservação e continuidade da vida na Terra, sem dúvida nenhuma, está na eficiente “metodologia” de reprodução ou multiplicação dos seres vivos, condicionada pela compulsão precedida de desejo ardente ao prazer “recompensatório” do sexo; uma forma fisiológica de “recompensa”, ofertada pela Natureza, em razão da prática de copulação entre macho e fêmea para a multiplicação da vida. Um cão, no ato de copulação carnal com uma cadela, não tem nenhuma noção da finalidade ou objetivo da prática que desempenha, simplesmente a executa movido pela compulsão e desejo, sob um comando programado biologicamente pela constituição do cérebro, na expectativa do prazer “recompensatório” que esse cérebro experimentará por um breve instante. Já a espécie humana, em face da inteligência e racionalidade, em comparação aos demais seres vivos, possui amplo discernimento, teórico e científico, da dinâmica de reprodução. Mas, assim como no seguimento selvagem ou bruto, a espécie humana também é manipulada pela compulsão e desejo ardente ao prazer “recompensatório” da prática sexual, sendo que, neste caso em peculiaridade, o propósito da reprodução é secundário, o prazer e a diversão são “o objetivo principal”. E assim, a sábia Natureza desempenha com sucesso o seu “legado” de perpetuação da vida neste exuberante planeta.

<Edglewson> (paranoico, filósofo e pensador).

Marionetes 2

A Saga de um Valente Sonhador

21/09/2012

O ÓBVIO NEM SEMPRE É COMPREENDIDO PELA RAZÃO

Jesus Cristo

P

or regra da própria lógica e pela natureza do adjetivo em questão, o ÓBVIO deveria ser de fácil compreensão, mas não é; para enxergá-lo, se faz necessária uma pitada de sensibilidade. Contudo, uma boa explicação sempre abre uma janela para uma possível compreensão.

A esquizofrenia, antes chamada de demência precoce, foi inicialmente descrita como doença ao final do século XIX pelo psiquiatra alemão Emil Kraepelin. No início do século XX, Eugen Bleuler, psiquiatra suíço, por achar o termo demência inadequado, renomeou a denominação antiga para esquizofrenia, termo usado até hoje pela psiquiatria moderna. Para ele, a principal característica da doença era a cisão entre pensamento e emoção, dando a impressão de uma personalidade fragmentada e desestruturada, visto que os pacientes não tinham necessariamente uma evolução deteriorante ou degenerativa como na demência.

Como se vê pelo parágrafo acima, a descoberta e entendimento da esquizofrenia, ou psicose esquizofrênica, não têm mais que dois séculos de transcurso, o domínio nosológico dessa enfermidade mental é, de certo modo, bastante recente se compararmos aos primórdios da humanidade. Mas, desde que o “mundo é mundo”, as alienações sempre existiram, as loucuras humanas não são de agora.

Filho de pai carpinteiro e de mãe do lar nasceu provavelmente em 25 de dezembro do ano I, numa pequena província da Judeia, e já na infância apresentava um padrão de comportamento singular e incomum para a época. Dotado de uma impressionante sabedoria, ainda em idade precoce, se destacara pela sua bondade e compaixão para com os pobres e humildes. Tinha um notável senso de justiça, e ainda na adolescência passou a divulgar publicamente o seu “idealismo” de um mundo harmonioso, justo e fraterno, onde o amor, a bondade e a paz fossem virtudes predominantes nessa idealização de “paraíso universal” entre os povos e diferentes raças.

O seu sistema delirante de “escolhido e salvador da humanidade” eclodiu ainda em sua juventude, quando iniciou a sua pregação teológica aos sábios e leigos de seu povoado, que rapidamente se estendeu às regiões mais longínquas, e por vez chegando ao conhecimento das autoridades governantes daquela época, que logo se viram ameaçadas pelo “fenômeno” de adoração e envolvimento, de uma gama cada vez maior de seguidores, com os ideais de fraternidade e amor daquele misterioso e desconhecido jovem idealista sonhador.

O cerne de seus delírios e alucinações engendrava a crença em um Deus altivo e divino que o concebera, na forma humana, para resgatar a humanidade das trevas, da perversão e do mal possessivo. E esse desencadeamento alucinatório o colocava em estreita sintonia com esse Ser subjetivo “celestial”, vendo-o, ouvindo-o e mantendo um diálogo particular, em que recebia as orientações necessárias para o cumprimento de sua “missão divina”, quer seja, o resgate e a salvação da humanidade.

Uma evidência caracterizante de seus surtos psicóticos é observada, segundo o relato da história por aqueles que o conheciam, e contida na própria Escritura, a Bíblia, quando ele, já em idade adulta, numa crise violenta de fúria, chicoteia alguns de seus seguidores por estarem fazendo de um lugar sagrado, dedicado a orações, palco de feira-livre, comercializando peixes e outros víveres. Seus sensos de liderança, controle e disciplina eram bastante acentuados, características marcantes em algumas psicoses.

A sua autodenominação de “salvador da humanidade” e o seu idealismo, de um mundo de harmonia, amor e justiça para todos, incomodaram e ameaçaram às autoridades centrais do império que predominara àquela época, culminando em perseguições e humilhações impostas contra aquele “revolucionário e agitador popular”, e que mais tarde viria a ser caçado para se ver crucificado e morto perante aqueles que o adoravam.

Já crucificado, e em sua agonia de morte, as suas alucinações ainda eram visíveis e persistentemente invasivas. Isso fica evidentemente claro em suas últimas palavras, quando discorre publicamente: “Pai, perdoe-os, eles não sabem o que fazem!"; e de fato, eles não sabiam mesmo, pois estavam crucificando e conduzindo penosamente à morte um enfermo, um Ser fenomenal, mas visivelmente doente.

<Edglewson> (paranoico, filósofo e pensador).

Inteligência, a Pérola Negra dos Imortais

12/09/2012

INTELIGÊNCIA É UM DOM, UM FENÔMENO, UMA HABILIDADE ADQUIRIDA OU UMA CONSEQUÊNCIA GENÉTICA PADRONIZADA?

Neurônios

O

entendimento completo do desenvolvimento cognitivo, que consolida a inteligência congênita de um Ser, ainda é um dos maiores desafios enfrentados pela ciência e medicina. O que determina o grau de inteligência de uma pessoa? Fatores ambientais? A genética? Ou um dom privilegiado? Percebemos que a inteligência não segue um padrão unânime e uniforme na constituição intelectual humana. Algumas pessoas têm raciocínio ou faculdade mental mais ágio e dinâmico que outras, e o que poderia explicar essa disparidade intelectual? Qual é o nível de inteligência considerado o modelo ou desenvolvimento padrão e determinado, pela Natureza, na formação cognitiva e intelectual do cérebro? O que explicaria a revelação das grandes e hábeis mentes na história da humanidade? É possível que a resposta fiável esteja no campo da genética, podendo-se até a se cogitar a hipótese de anomalia mental mórbida.

Inteligência é a faculdade de analisar, interpretar e compreender o abstrato ou os estímulos complexos que o nosso cérebro absorve freneticamente em nossa interação com o ambiente ou as situações diversas que nos deparamos quando o cérebro está em plena atividade, ou seja, fora do estado de repouso. Em outro giro, inteligência é a capacidade mental de formar ideias perfeitamente lógicas e precisas, partindo de uma gama de fatores alternativos que auxiliarão nas probabilidades de erros e acertos, sempre descartando o cálculo e denominador incoerentes; é olhar para o desafio em meio a múltiplas “portas” a escolher, e, com uso dessa poderosa ferramenta de dedução, a lógica, abrir a que levará ao acerto absoluto e preciso.

A despeito das várias definições sobre inteligência ou habilidade cognitiva, a inteligência não é uma atividade monocentralizada e independente em sua manifestação usual, ela consiste em um conjunto de múltiplas capacidades relativamente importantes: a criatividade, a sabedoria, a experiência em consequência de erros e acertos, o senso crítico e céptico, e a lógica de interpretação. Infelizmente, as pessoas diferem na capacidade de compreender ideias e interpretar estímulos complexos, de interagir habilmente com o ambiente e seus desafios habituais, de aprender com a experiência, de transpor os obstáculos ou dificuldades mediante a habilidade do raciocínio estritamente lógico. A habilidade para raciocinar de forma precisa, para planejar, aprender com os ensinamentos da experiência, superar as adversidades do cotidiano, absorver e assimilar o abstrato e o complexo terá impacto significativo no modo e na qualidade de vida de um indivíduo. Essas habilidades também nos farão compreender melhor o mundo à nossa volta.

O fato ainda pouco conhecido pela ciência é que pessoas com inteligência acentuadamente notável são extremamente sensíveis, podendo se ofender facilmente, posto que o cérebro circunstancialmente está modulado a um nível de sintonia mais abrangente e intenso na captação e processamento dos estímulos gerados pelo ambiente à volta, é como uma antena parabólica com receptores potentes e sensíveis. Quanto mais expressiva for a inteligência, maior será a sensibilidade; a truculência, a brutalidade, a selvageria e a insensibilidade são consequências inerentes de inteligência limitada, toma-se como exemplo os animais selvagens. Também, apesar da vantagem intelectual, pessoas muito inteligentes tendem a carregar uma cruz bastante pesada no decurso de suas vidas, sendo rejeitadas, evitadas e estigmatizadas por não estarem no nível convencional de aprendizado e assimilação cognitiva, manifestado e admitido pelos membros majoritários da sociedade. Inteligência acima da média, assim como a riqueza exorbitante, incomoda e consequentemente desperta e estimula a inveja latente do ser humano, que passa a se sentir inferiorizado. Mas, biologicamente, que culpa essas pessoas têm por sua condição cognitiva diferenciada e distinta?

<Edglewson> (paranoico, filósofo e pensador).

 
O perigo da atuação e julgamento do juiz relator singular ou monocrático O Princípio da Moralidade‏ Facebook Página Inicial